Fonte: Pernambuco.com
No domingo passado (22), um carro da Globo foi incendiado. Nesta quarta-feira (25) um fotógrafo da Folha de São Paulo levou uma pedrada. E um repórter do Estadão foi agredido. Segundo ranking divulgado hoje pelos Repórteres Sem Fronteira, o Brasil ocupa a 99a. posição em liberdade de imprensa. Caiu 41 posições em um ano! O Haiti, ocupado pelo exército brasileiro, está em 55o. lugar. Segundo O Globo, a organização lembrou que três repórteres morreram no Brasil em 2011.
Há dez dias, a entidade International News Safety Institute (Insi) considerou o Brasil o oitavo país mais perigoso para o trabalho da imprensa. Segundo o instituto, o país só fica atrás de quadros graves de violência contra a imprensa, caso do México, com o agravamento da violência do tráfico de drogas, e de países em conflito no Oriente Médio. O ranking foi baseado no número de jornalistas assassinados no exercício da profissão.
A organização lembrou que três repórteres morreram no Brasil em 2011. O país também é prejudicado pela corrupção local, a atividade do crime organizado e os atentados contra o meio ambiente, todos eles perigosos para os jornalistas. Há dez dias, a entidade International News Safety Institute (Insi) considerou o Brasil o oitavo país mais perigoso para o trabalho da imprensa.
Segundo o instituto, o país só fica atrás de quadros graves de violência contra a imprensa, caso do México, com o agravamento da violência do tráfico de drogas, e de países em conflito no Oriente Médio.
O ranking foi baseado no número de jornalistas assassinados no exercício da profissão. Paquistão, México e Iraque estão nos primeiros lugares, cada um com 11 assassinatos ano passado. Em seguida, vêm Líbia, com dez; Honduras, com oito; Iêmen, com sete; Filipinas, com seis; Brasil e Índia, cada um com cinco assassinatos; e Somália, com quatro.
Na lista divulgada nesta quarta-feira pelo Repóteres Sem Fronteiras, Eritreia, Turcomenistão e Coreia do Norte ocupam as três últimas posições. Este ano, estes países são seguidos por Síria, Irã e China - nações que se empenham pelo controle absoluto dos meios de comunicação e adotam, segundo a ONG, um comportamento que permite a existência de um "espiral insano de terror”( fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20120125085100&assunto=88&onde=Brasil)






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