O santuário congelado foi construído com tecnologia de ponta para resistir a tudo, inclusive ao fim do mundo.
Mantido em segurança máxima no arquipélago de Svalbard, em território norueguês, o cofre é equipado com portas de aço blindadas, câmeras e detectores de movimento e será monitorado remotamente da Suécia.
Ao custo de US$ 9 milhões, o bunker ecológico de mil metros quadrados fica escondido no final de um túnel de 120 metros, a 70 metros de profundidade, no Círculo Polar Ártico, à temperatura de 18º C negativos. A arca do fim do mundo, como foi chamada, foi projetada para durar para sempre e serviria para repovoar a Terra caso um eventual cataclismo destrua a biodiversidade agrícola do planeta.
Veja o video do caçador de sementes: Aqui
Há quem diga que além dessas catástrofes, os 1400 bancos de sementes no planeta correm um perigo a mais. As más políticas de gestão, o descuido e a falta de verbas colocam sob ameaça as 6,5 milhões de amostras guardadas nesses cofres da vida. O Brasil tem hoje o sétimo maior banco genético vegetal do mundo, com 100 mil amostras de sementes.
Video jornal nacional:






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