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Profundidade: 1,5km - Vazamento continua nos EUA

O governo americano redobrou os esforços nos últimos dias para enfrentar o desastre, em uma tentativa de resistir às críticas que sua resposta inicial foi demais lenta. Um desses esforços foi o envio de dois aviões Hércules C-130 ao Golfo do México, que vão borrifar substâncias químicas sobre a mancha de óleo. O sargento Bob Barko, porta-voz da Estação Aérea do Exército em Youngstown, no Estado de Ohio, informou que os aviões especializados saíram da base ontem.

 

 

 

http://dn.sapo.pt/storage/ng1285286.jpg?type=big&pos=0O Pentágono afirmou hoje que os aviões estão prontos para atuar caso seja necessário. O Exército também enviou equipamentos para iniciar as tarefas de limpeza no mar. A Marinha americana informou na quinta-feira que parte do equipamento tinha começado a chegar à cidade de Gulfport, no Mississipi.

Perigo ecológico
Uma equipe da Guarda Costeira ateou fogo a parte da mancha de petróleo, em uma tentativa de salvar o frágil ecossistema de pântanos da Louisiana. O Estado abriga cerca de 40% dos pântanos e mangues americanos e é o habitat de inúmeras espécies de peixes e aves.

 



desastreA queima controlada da mancha foi feita em uma área cerca de 50 km a leste do delta do rio Mississippi, de acordo com as autoridades.

A plataforma Deepwater Horizon, que pertence à empresa suíça Transocean e estava sendo operada pela British Petroleum, explodiu na terça-feira passada e afundou na quinta-feira, depois de ficar dois dias em chamas. Onze trabalhadores desapareceram depois do desastre, que está sendo considerado o mais grave do tipo em quase uma década.

Os esforços para conter o vazamento são dificultados pela profundidade do poço, que está a cerca de 1.525 metros abaixo da superfície do mar. Engenheiros estão trabalhando na construção de um tipo de cúpula para cobrir o poço, impedindo que o petróleo chegue à superfície.

Fontes: Uol , G1