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Agitação eletromagnética na Terra

O Sol, o mar, o ar e o solo estiveram agitados neste final de semana, causando diversos fenômenos no planeta.

A ressaca do mar atingiu o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. O ciclone extratropical no alto mar causou ressaca em praias gaúchas e catarinenses. Em Xangri-lá, no litoral gaúcho, ondas fortes  de 3,5  metros atingiram a plataforma e em outras praias, as ondas chegaram a cinco metros, porém não  causaram porque ocorreram em locais não habitados.

TSUNAMI em COPACABANA 2011

No litoral catarinense, a ressaca destruiu rancho, atingiu ruas e provocou naufrágio. Em Palhoça, imóveis à beira-mar foram atingidos, embarcações naufragaram e parte de um rancho desabou sobre um pescador. Em Penha, um surfista precisou ser resgatado de helicóptero por causa da ressaca no mar. Na praia da Pinheira, a ressaca deixou marcas visíveis na beira da praia.
 
No Rio de Janeiro e São Paulo, as ondas chegaram no calçadão de várias praias. Em Copacabana, pessoas pararam para observar a força do mar e em alguns locais as ondas atingiram 4,5 metros.
 

Em Santos (SP), as ondas chamaram atenção das pessoas que passeavam na beira da praia.  Conforme a meteorologia, o afastamento do ciclone nesta segunda-feira (30), deverá diminuir a agitação do mar.
 
Ondas de até quatro metros deixam parte da orla de Niterói (RJ) destruída. Trânsito no local foi interditado. Na manhã de segunda-feira (30/05), apenas pedestres caminharam no local. Na Zona Sul do Rio, um bueiro assustou os moradores.
 
Sol agitado 
Enquanto o ciclone tropical atingia as regiões Sudeste e Sul, o Sol também mostrou agitação no final de semana de 28 e 29 de maio. Os ventos solares chegaram a  850 km/s, deixando a pressão que  exercida no campo magnético no nível máximo. Conforme o post Radar Global do site Painel Global (www.painelglobal.com.br) em menos de 48 horas, foram três explosões do lado esquerdo do Sol. 
 
Na quarta-feira (25/05), a explosão solar  atingiu o índice KP6, numa escala de um a nove. Quando a explosão  solar atinge o índice K6, redes elétricas em latitudes elevadas podem sofrer alertas de variação de tensão. Se prolongadas, as tempestades podem danificar transformadores. No espaço, podem ser necessárias reorientações na órbita de satélites. O aumento do arrasto da atmosfera pode interferir no cálculo orbital. Além disso, pode fechar a propagação em ondas curtas (HF) nas latitudes elevadas. Ocorrência de auroras boreais em latitudes baixas, ao redor de 55º.
 
Sismógrafos
Também os sismógrafos instalados em todo o Planeta mostraram agitação no mesmo período (28 e 29 de maio), em algumas regiões mais do que em outras, mas em todas apresentando movimentação diferente.
 
O sismógrafo instalado no site do Painel Global também não foi diferente e ainda na segunda-feira (30) o gráfico apresentava agitação. No entanto, os encarregados do site, informaram que poderia ser um defeito no aparelho e que passariam a segunda-feira (30) analisando o equipamento. Alguns técnicos, no entanto, chegaram a interligar as alterações nos sismômetros aos distúrbios elétricos e magnéticos, porém recomendaram aguardar o fim das tempestades solares para uma avaliação correta do fenômeno, através da comparação dos gráficos.
 
No Radar Global (postagens no site do Painel Global) foi levantada também a questão de que os equipamentos não poderiam captar as perturbações eletromagnéticas. Os técnicos avaliaram que descobrir a causa das interferências não é algo simples e muitos pesquisadores fazem dessa busca a razão de seus estudos. Eles frisaram ainda que a interferência foi captada pelos sismógrafos instalados no Hemisfério Sul, mas não no hemisfério Norte, conforme display da Instituição IRIS.