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Treine seu cérebro

altFaça a bailarina girar no sentido horário e depois no anti-horário, o sentido do movimento da bailarina está no nosso cérebro.

alt “Eu acho que ela gira sempre para o mesmo lado. Porém, dependendo do ângulo, você acredita que esteja mudando”, arrisca Felipe Moreira.

“Como se trata de uma silhueta - a gente não vê o rosto, não vê os traços - fica mais fácil enganar porque um momento ela está como num eclipse. Ela pode estar de costas ou de frente e podemos usar ela para o lado que quisermos”, aposta René Salazar.

Para matar a charada é preciso olhar com cuidado o quadro parado. Imagine que a dançarina está de costas para você e a perna que está levantada é a direita. Assim, vemos a figura girar no sentido horário, para a direita. Mas, olhando de novo para o mesmo quadro parado, parece também que ela está de frente para nós. Dessa maneira, a bailarina gira para a esquerda, no sentido anti-horário.

 
 

“O nosso cérebro não aceita ambigüidades e uma imagem não pode ser duas coisas ao mesmo tempo. Ele toma partido e decide por uma das possibilidades. Por isso, quando a gente vê essa seqüência de imagens, o cérebro imediatamente interpreta como uma seqüência de movimento contínuo”, ensina a neurocientista Suzana Herculano.

Agora, por que o nosso cérebro escolhe ver a imagem para a direita ou para a esquerda? A resposta é simples: para qual lado a gente vê a imagem rodar pode ser simplesmente acaso.