Cientista comprova informação do Projeto Portal |
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| Escrito por Eliane | |
| Sunday, 18 de May de 2008 | |
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Agora a ciência mais uma vez comprova o que Urandir repassa a seus seguidores no Projeto Portal. Conforme Bruce Lipton, a equivalência da membrana celular ao “cérebro” das células a partir de suas membranas confirma a íntima relação mente-corpo e indicam como é possível usar o pensamento para assumirmos o controle de nossas vidas.
O cientista publicou um livro intitulado “A Biologia da Crença” (Editora Buttefly) e foi o entrevistado pela Revista Planeta na edição de maio de 2008, de onde reproduzimos parte do material. Lipton relata que seus estudos começaram há 25 anos, mas somente agora os biólogos convencionais estão se aproximando de suas conclusões.
Segundo ele, “os cientistas sabem que os genes não controlam a vida, mas a maior parte da Imprensa ainda informa ao povo o contrário. As pessoas atribuem inicialmente suas deficiências e doenças a disfunções genéticas. As crenças sobre os genes lavam-nas a se ver como vítimas da hereditariedade”.
Lipton enfatiza que os biólogos convencionais consideram que o núcleo da célula que contém os genes controla a vida, uma idéia que coloca os genes como o fator primário desse controle. No entanto, a nova biologia conclui que a membrana celular (a pele da célula) é a estrutura que primariamente controla o comportamento e a genética do organismo.
Ele esclarece que a membrana contém os interruptores moleculares que regulam as funções de uma célula em resposta a sinais do ambiente. Como exemplo, Bruce Lipton cita um interruptor de luz que pode usar usado para ligar ou desligar. O interruptor não controla a luz, já que ele é controlado pela pessoa que o aciona. Um interruptor de membrana é análogo a um interruptor de luz quando liga ou desliga uma função celular, ou a leitura de um gene – mas ele é de fato ativado por um sinal do ambiente. A nova biologia coloca o ambiente como o controle primordial na biologia.
Física Quântica Bruce Lipton explica que pela medicina convencional, os mecanismos físicos que controlam a biologia se baseiam na mecânica newtoniana, a qual enfatiza o reino material (átomos e moléculas). A nova biologia considera que os mecanismos da célula são controlados pela mecânica quântica, se concentrando no papel das forças das energias invisíveis que formam, coletivamente, campos integrados e independentes.
Para a mecânica quântica, as forças invisíveis em movimento nos campos são os fatores fundamentais que modelam a matéria. Os cientistas também reconhecem que as moléculas do corpo são controladas por freqüências de energia vibracional, de forma que a luz, o som e outras energias eletromagnéticas influenciam profundamente todas as funções da vida humana.
Para o cientista, entre as forças magnéticas que controlam a vida estão os campos eletromagnéticos gerados pela mente. Na biologia convencional, a ação da mente não é incorporada à compreensão da vida. Por isso é uma surpresa a medicina reconhecer que o efeito placebo responde por pelo menos um terço das curas médicas, incluindo cirurgias. Ele ocorre quando alguém sara devido à sua crença de que um remédio ou procedimento médico vai curá-lo, mesmo se o medicamento for uma pílula de açúcar ou o procedimento for uma impostura.
A nova biologia ressalta o papel da mente como o fator primordial a influenciar a saúde. Nesta realidade, uma vez que controlamos nossos pensamentos, tornamo-nos mestres de nossa vida, e não vítimas dos genes.
Em suas pesquisas com células-tronco, Bruce Lipton constatou que nas primeiras semanas do desenvolvimento do embrião, os genes basicamente controlam o desenvolvimento do plano corporal de um humano (criam dois braços, duas pernas, etc.). Uma vez que o embrião toma a forma humana (torna-se um feto), os genes assumem posição secundária, controlando o desenvolvimento do corpo pela informação ambiental. Durante este período, a estrutura e a função do corpo fetal são ajustadas em resposta à percepção do ambiente da mãe que, via placenta, influencia a genética e a programação comportamental do feto.
A “leitura” dos sinais ambientais (no útero e após o nascimento) capacita as células do corpo e seus genes a fazer ajustes biológicos para sustentar a vida. Como os sinais ambientais são lidos e interpretados pelas percepções da mente, a mente se torna a força básica que, em última instância, modela a vida de uma pessoa. Como se pode observar, cada vez mais a ciência se rende à verdade revelada pelo Projeto Portal.
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| Última Atualização ( Monday, 26 de May de 2008 ) |
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